Ela era de todo dúbia,
tão forte e frágil...
encostou seu corpo no dele,
entregou seu peso duplo,
sua gravidade,
tudo de bom e ruim...
branco e preto,
limitado e o contrário...
tudo pousado ali,
no ombro dele...
no ombro e no vigor daquele,
que fazia dela,
aquela criatura dúbia,
um ser indivisível.
Segunda-feira, Setembro 29, 2008
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